Lilia Moritz Schwarcz resenhou para o Amado Mundo “Capitalismo super industrial”, o novo livro de Fernando Haddad.
“Houve um tempo em que não era tão incomum que pessoas públicas tivessem uma carreira acadêmica de sucesso. Hoje, infelizmente, é cada vez mais raro esse tipo de opção profissional, a qual, na minha opinião, poderia facilmente correr em paralelo, e se retroalimentar. Afinal, já faz tempo que uma série de intelectuais mostrou como são tênues e porosas as fronteiras entre ativismo e academia. E produtivas também.
São muitos os exemplos, nesse sentido, mas, dessa vez, me refiro ao novo livro de Fernando Haddad.”